terça-feira, 14 de agosto de 2012

Acontece...

Tem gente que chama de destino, providência, coincidência, acaso, conspiração do universo, Murphy. O caso é que, sim, acontece...



Tem coisas que são acidentalmente planejadas.

Mas tem coisa que simplesmente acontece porque de alguma forma passos foram dados naquela direção, cujas circunstâncias do caminho nos fizeram tomar aquele rumo ao invés de outro, e dentre as tantas escolhas que poderíamos terem feito, apenas a atitude tomada é que desencadearia outra série de escolhas e decisões.

Tem coisas que planejamos e acabam acontecendo de forma inesperada.

Porque tem acontecimentos que dependem de tantos outros parâmetros que nos fogem a percepção e que não nos compete conhecer ou compreender, que justamente pelas decisões tomadas desencadeiam cenários em que os nossos planos não tem o desfecho imaginado, precisam ser revistos, mudados, revistos. E, fora do nosso escopo inicial, as coisas continuam acontecendo, e ou a gente se adapta e tira proveito, ou fica às margens do caminho minguando o que não foi.

E tem ainda a inexplicável conjunção de planejamento e acaso.

Afinal, quando a gente aceita que o universo (ou Deus, como queiram, não vamos restringir conceitos) tem uma lógica própria pra coordenar tantos planos e circunstâncias e começa a aprender com as mudanças e a enxergar que somos conduzidos a situações para as quais toda uma história de vida teve consequências, e que, de forma voluntária ou alienada, você se acabou chegando ali com bagagem - seja de louros ou lições.

A não-ação não é capaz de evitar que escolhas precisem ser feitas, atitudes tomadas, desafios encarados, lições aprendidas - e muito menos que eventuais derrotas aconteçam. Então que possamos encher o peito de coragem frente a uma ação, e desfrutar das alegrias alcançadas e aprender com os tombos tomados. Só a partir da ação é que poderemos tomar direções sempre melhores...

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